The Shard Gate

Welcome again November…

And with you the will to take my pen, my empty sheets and my inconsequential imagination!

There’s 30 days and a 50000 word challenge  to believe that is possible…

For those who feel that November and NaNoWriMo might be a challenge to look for go to NaNoWriMo

This is mine!

theshardgate

Good Luck! And enjoy the flow of a pen or the key hammering in the computer!

…alone or not, write, discuss, laugh, and dream, listen, read, think and believe!

Advertisements

NaNoWrimo rests…

So.. i’ve tryed and i’ve failed… shame!

With the legionella’s virus in the loose, i was able to escape it, but still i’ve had to go to the Hospital to be sure… and then it was 3/4 days not wanting to write anything… and… i lost myself in the failure of my thoughts…

Anyway, i was able to go half way, and i didn’t know what to expect from the story that was growing in my head but i let “her” led the way!

I’m adding a new page, Lifeline – postNano so i get the feeling of progress… growing… :p

see you soon all you non watcher ghost writers rambling thinkers friends…

PS.: Go Fish!

https://blablablaunreason.wordpress.com/linha-de-vida/lifeline-web-of-souls-post-nanowrimo/

Lifeline_11

isaiah-scroll.l

Sir Frederik

Estava tudo muito nervoso, a chegada de Krish não ajudou muito menos o grupo de jovens ter ficado para trás.

“Meus amigos, está na hora de partirmos, não há nada que nos faça ficar, a não ser, oferecer os nossos corpos ao mar. Faremos dois grupos de modo avançarmos mais depressa. Um grupo irá comigo pela estrada do Sal, o outro irá com Sear e passarão pela floresta, fazendo uma paragem no Bosque Escuro, para reunir com o grupo de Fanngar. Não esperem muito, estejam atentos, tentem eliminar o maximo de rastos possiveis. Os guardas serão dividos entre os dois grupos, e todos os que souberem usar uma espada ou uma arma passem pelo armeiro e levem o que acharem melhor. Mas tudo tem que ser feito, agora!”

Sear tomou as redeas do seu grupo, começando a juntar as familias,  Mestre Flavian e a sua familia estavam no grupo, assim como muitos outros logistas. No meu grupo estavam as familias da periferia de Saiune, os senhores das quintas, dos animais, os produtores da aldeia, fiz sinal aos guardas para abrirem as portas e pedi ao meu grupo para sair e passar no armeiro, teria umas cinco ou seis pessoas com capacidade de usar armas, mais uns cinco guardas, não era muito, não era nada, se tivessemos que nos defender.

Esperei que todos saíssem, para olhar a sala uma última vez, tinha estado aqui diariamente nos últimos dez anos á espera de não ter que voltar a fugir.

Lifeline_10

isaiah-scroll.l

Krish

Corri, sem pensar, apenas com o objetivo de alcançar Saiune e conseguir avisar Sir Frederik do que se estava a passar na praia.

Assim que avistei o edificio central, comecei a ouvir os sinos, os poucos guardas de Saiune já estavam reunidos e as ruas pareciam-me silenciosas, senti por breves momentos um sentimento de esperança.

Os portões abriram e os guardas fizeram sinal para entrar. Toda a aldeia estava reunida, e esperavam ansiosamente por alguma novidade que pudesse trazer.

Sir Frederik foi o primeiro a falar “Krish… onde estiveste? Tocamos os sinos durante tanto tempo…”. Estava sem folego, e a minha expressão era de extremo cansaço, pedi um minuto, respirei fundo “Runngar… ficou nas rochas junto á praia, não consegue subir…”

O pai de Runngar avançou para mim, “Obrigado filho, por teres vindo a correr para ajudares o teu amigo! Sir Frederik farei o caminho até à praia para ajudar o meu filho.”

“Eu tambem vou consigo, Fanngar.” Niifh avançou para perto do enorme pai de Runngar. “Eu mostro-vos onde ele está!” disse sem hesitar, colocando-me direito.

Lhara fez um movimento como se quisesse ficar para ajudar, vi a cara dela de preocupação. “Lhara, encontramo-nos no nosso sitio, depois de todos estarem a caminho de um local seguro.”

Sir Frederik puxou da espada que tinha a tiracolo e avançou para Fanngar, “Meu caro, toma podes precisar!”

E o pequeno grupo saiu…

Lifeline_9

isaiah-scroll.l

Lhara

Estava tudo demasiado silêncioso para meu gosto. Ouvir e calar, não era propriamente o que me tinham ensinado. Levantei-me assim que Sir Frederik pediu para fechar as portas do grande Salão. “Sir…” e muitas caras conhecidas viraram-se para mim, como esperançados que a sua timidez fosse canalizada para a força da dúvida de todos, “… estamos todos assustados. Precisamos de saber o que fazer para manter as nossas famílias seguras!” Olhei em volta, e todos retribuíam com um olhar de sincero agradecimento. Sir Frederik anuiu e fazendo um gesto de calma, tomou a palavra.

“Amigos, estamos juntos á muito tempo e passamos por muita coisa. Após ter sido informado destes últimos acontecimentos por Niifh, pedi a alguns dos guardas para formarem uma equipa de batedores para conseguirmos o máximo de informações, mas até agora nada, temo que possa ter acontecido o pior. Os números destes invasores são grandes e não sabemos o que planeiam nem o que pretendem da nossa casa. Não vos vou pedir para sacrificarem a vossa vida a defender a aldeia, mas também não os obrigarei a fugir. A escolha está com vocês.” Alguns sussurros e choros, interrompidos com a voz serena de Niifh “Mas, Sir Frederick. Se partirmos agora levando o menos possível poderíamos avisar as povoações mais perto, e com certeza que teríamos tempo para chegar a Fort Joriel e protegermo-nos atrás das muralhas.”

Após alguma gritaria e desabafos num imenso caos, o sino tocou. Alguém se aproximava do perímetro da reunião, com a rapida mobilização dos guardas para as portas interiores, todos se aperceberam que era alguem dos nossos. Mas quem faltava aqui? Comecei a olhar as cabeças dos que me rodeavam. Os guardas abriram as portas.